Mato Grosso do Sul tem novo mapa turístico

  • Publicado em 13 jul 2016 • por •

  • Brasília (DF) – O mapa do turismo do Mato Grosso do Sul mudou. O estado reduziu de 79 para 60 o número de municípios participantes de suas 10 regiões turísticas: Caminhos da Natureza/Cone Sul (6); Bonito/Serra da Bodoquena (8); Caminho dos Ipês (9); Caminhos da Fronteira (3); Costa Leste (7); Grande Dourados (4); Pantanal (5); Rota Norte (11); Vale das Águas (4); e Vale do Aporé (3). O levantamento foi divulgado pelo Ministério do Turismo, em Brasília. Em todo o país, foram identificados 2.175 municípios em 291 regiões turísticas.

    Para o ministro interino do Turismo, Alberto Alves, este redimensionamento contribui para melhorar a capacidade do Ministério do Turismo de atuar de forma coordenada com os estados, regiões turísticas e municípios, para desenvolver e consolidar novos produtos e destinos turísticos.

    “Com um mapa mais enxuto e que retrata de forma mais fiel a oferta turística brasileira, poderemos focar nossos esforços e otimizar nossos resultados, afirmou.

    Para a atualização do mapa, foram realizadas oficinas e reuniões em todas as 27 UFs e a validação do mapa foi feita pelos estados e Distrito Federal em seus respectivos Fóruns ou Conselhos Estaduais do Turismo.

    SOBRE O MAPA – O Mapa do Turismo Brasileiro é um instrumento de orientação para a atuação do Ministério do Turismo no desenvolvimento de políticas públicas, tendo como foco a gestão, estruturação e promoção do turismo, de forma regionalizada e descentralizada. Sua construção é feita em conjunto com os órgãos oficiais de Turismo dos estados brasileiros.

    CATEGORIZAÇÃO DO NOVO MAPA DO TURISMO – Os 60 municípios do Mato Grosso do Sul presentes no Mapa do Turismo se dividem em cinco categorias, de acordo com a Categorização dos municípios das Regiões Turísticas do Mapa do Turismo Brasileiro. O instrumento, elaborado pelo MTur, identifica o desempenho da economia do turismo para tornar mais fácil a identificação e apoio a cada um.

    Dentro da metodologia, as cidades contempladas nas categorias A, B e C contam com 95% dos empregos formais em meios de hospedagem 87% dos estabelecimentos formais de meios de hospedagem, 93% do fluxo doméstico e têm fluxo internacional. O conjunto de municípios dos grupos D e E, reúnem características de apoio às cidades geradoras de fluxo turístico. Muitas vezes são aquelas que fornecem mão-de-obra ou insumos necessários para atendimento aos turistas.

    Confira como ficou o mapa do turismo do Mato Grosso do Sul, por categoria:

    CATEGORIA 2013 2016 DIFERENÇA
    A 1 1 0
    B 4 4 0
    C 15 13 -2
    D 50 38 -12
    E 9 4 -5
    TOTAL 79 60 -19

     

    Abaixo a lista das regiões e municípios que compõem o mapa do estado

    REGIÃO TURÍSTICA MUNICÍPIO
    7 Caminhos da Natureza / Cone Sul Eldorado
    Iguatemi
    Itaquiraí
    Japorã
    Mundo Novo
    Naviraí
    Bonito / Serra da Bodoquena Bela Vista
    Bodoquena
    Bonito
    Caracol
    Guia Lopes da Laguna
    Jardim
    Nioaque
    Porto Murtinho
    Caminho dos Ipês Campo Grande
    Corguinho
    Dois Irmãos do Buriti
    Jaraguari
    Nova Alvorada do Sul
    Ribas do Rio Pardo
    Rio Negro
    Sidrolândia
    Terenos
    Caminhos da Fronteira Antônio João
    Laguna Carapã
    Ponta Porã
    Costa Leste Água Clara
    Anaurilândia
    Aparecida do Taboado
    Bataguassu
    Brasilândia
    Selvíria
    Três Lagoas
    Grande Dourados Caarapó
    Dourados
    Fátima do Sul
    Itaporã
    Pantanal Anastácio
    Aquidauana
    Corumbá
    Ladário
    Miranda
    Rota Norte Alcinópolis
    Bandeirantes
    Camapuã
    Costa Rica
    Coxim
    Figueirão
    Paraíso das Águas
    Pedro Gomes
    Rio Verde de Mato Grosso
    São Gabriel do Oeste
    Sonora
    Vale das Águas Batayporã
    Ivinhema
    Nova Andradina
    Taquarussu
    Vale do Aporé Cassilândia
    Inocência
    Paranaíba

     

    BOA PRÁTICA – O Tribunal de Contas da União e o Senado Federal reconhecem o Mapa do Turismo Brasileiro como um instrumento de gestão para orientar o desenvolvimento de políticas públicas regionalizadas e descentralizadas. A atualização constante do documento se torna, portanto, fundamental para que esse instrumento seja eficaz e respeite os princípios de eficiência da Administração Pública.

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